Olha quem está de volta! Depois de uma breve semaninha de hiato, o GiroRH está pronto para abrir os trabalhos de 2023 e matar a saudade que eu sei que você sentiu (não me diga que não). Para hoje, só para variar um pouco vamos falar de demissões – que novidade, hein?! -, iniciativas positivas, terapia e muito mais.

Sem mais delongas, um excelente 2023 para todos vocês e vamos que vamos para o primeiro GiroRH do ano:

Burnout nos States

A pandemia da Covid-19 foi um imponente gatilho para que os índices de enfermidades mentais aumentassem ao redor do planeta. No entanto, ela passa longe de ser a única responsável pelo aumento de diagnósticos de doenças ou transtornos como ansiedade, Burnout, depressão, entre outras.

Prova disso é que nos Estados Unidos os índices atuais de Burnout se assemelham ou superam as estatísticas da síndrome em períodos de maior incidência da Covid-19. Estudos identificaram que 59% dos trabalhadores do país sofreram com algum nível da enfermidade em 2022, a mesma porcentagem de 2020, quando o retrato pandêmico estava no auge. Em 2021, o registro foi de 52%.

Capital em falta

24% dos empresários das micro e pequenas indústrias deixaram de pagar alguma despesa mensal no mês de outubro, sendo que 5% deixaram de pagar algum fornecedor, 7% deixaram de pagar dívidas com banco ou financeira, 9% deixaram de pagar despesas em geral, 17% deixaram de pagar algum imposto ou taxa e 6% deixaram de pagar contas de consumo, como água, luz e telefone.

Os dados são da pesquisa inédita Indicador Nacional da Micro e Pequena Indústria, realizada pelo Datafolha a pedido do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (SIMPI). A quarta edição do levantamento identificou que, ao serem questionados sobre capital de giro, 43% dos respondentes (líderes empresariais) afirmaram ter valor insuficiente, e somente 12% têm mais capital de giro do que o suficiente.

Corte massivo

“Economia incerta” e “aceleração de contratações ao longo de anos”. Foram estas as justificativas que Andy Jassy, CEO da Amazon, deu ao anunciar o que deve ser, até então, a maior demissão em massa da história da companhia: 18 mil colaboradores podem ser desligados. A notícia chega meses depois de outro corte relevante. Em novembro do ano passado, a empresa dispensou 10 mil profissionais.

De acordo com a gigante do varejista, se oficialmente concretizados, os 18 mil novos desligamentos não farão parte de uma nova rodada de dispensas, mas sim do processo de redução de postos que teve início em novembro.

Crise aqui e acolá

Goldman Sachs planeja mais de 3 mil demissões

Foto: Depositphotos

Além da Amazon, quem também deve promover uma forte demissão é o Goldman Sachs. Também sob o argumento de incertezas do mercado, o banco planeja reduzir custos de operação com o desligamento de cerca de 3,2 mil colaboradores, segundo a Bloomberg.

A expectativa é que ao menos ⅓ do total de demitidos seja das unidades comerciais e bancárias do negócio. No entanto, contratações já planejadas para outras áreas da empresa não devem ser impactadas.

Diversidade e educação

Arezzo oferecerá bolsas de estudos a funcionários negros

Dona de diversas empresas do varejo brasileiro, a Arezzo&Co tem como uma das missões para 2023 o fortalecimento de suas iniciativas de diversidade e inclusão. Umas delas será o oferecimento de 300 bolsas de estudo para os funcionários negros da companhia. Elas poderão ser utilizadas em cursos tecnólogos, de graduação, pós-graduação ou inglês.

No ano passado, para construir um ambiente mais diverso e inclusivo, o grupo capacitou o time de trabalho com mais de 70 horas de formação focada em D&I, sendo 42 horas destinadas a temáticas raciais.

Geração empreendedora

Abrir o próprio negócio está nos planos da maioria dos jovens de 17 a 24 anos da América Latina. Segundo pesquisa realizada pelo Grupo Consumoteca, 77% dos integrantes da Geração Z têm o sonho de, um dia, empreender.

O levantamento, feito com jovens do México, Argentina, Brasil e Colômbia, revela ainda que a nova geração tem na estabilidade financeira um de seus maiores objetivos e também uma de suas maiores preocupações. Não à toa, 73% manifestaram que buscam uma renda extra para complementar seu trabalho regular.

Mudanças não são bem-vindas

As empresas seguem tendo que se adaptar e se reinventar constantemente para manter a sobrevivência do negócio ao longo do tempo, mas a liderança nem sempre está preparada para guiar os colaboradores por esse processo. É o que revela a pesquisa “A cultura a serviço da estratégia do negócio”, realizada pela Olivia – consultoria especializada em processos de transformação organizacional. Segundo o levantamento, 37% dos gestores não se sentem preparados para a mudança e 3% pouco preparados.

O objetivo do estudo foi revelar o grau de importância dado pelas empresas à cultura organizacional nos processos de mudança pelos quais passam. Os dados foram coletados de companhias de nove Estados e 35 cidades brasileiras, além de cinco países. Participaram da pesquisa empresas de 14 setores, como serviços, agricultura, varejo, indústria, tecnologia, educação, saúde, entre outros. Além disso, 66% dos profissionais entrevistados são gestores, incluindo cargos como CEO, sócio, fundador, diretor, gerente e coordenador.

Prepare a agenda

RH TopTalks 2023

Com a chegada de um novo ano, está prestes a ser aberta a porteira dos eventos do Grupo TopRH. Enquanto os EncontRHos estão sendo carinhosamente preparados para trazer os assuntos mais importantes do universo de Gestão de Pessoas ao longo dos próximos meses, o RH TopTalks já está a todo vapor.

A edição deste ano trará o tema Engagement – “What moves us” e abordará os principais desafios dos gestores para, de fato, conseguir engajar pessoas – especialmente diante de tantas transformações vividas pelo mercado nos últimos anos. Garanta já sua inscrição gratuita no evento. Acesse https://bit.ly/3k2kCdz e adquira o seu ingresso.

Saúde é preocupação

Dados de uma pesquisa encomendada pela VR ao Instituto Locomotiva afirmam que, apesar da interação entre funcionários ser a ação mais oferecida por 55% das empresas nos dias de hoje, muitas organizações gostariam de proporcionar a prática de atividades físicas (47%), assistência a saúde mental (46%) e acesso a programas culturais (41%).

O levantamento também apurou as demais ações implementadas hoje pelas organizações. Foram apontados horários flexíveis (39%), garantir condições adequadas locomoção do colaborador ao trabalho (37%), compensar as horas extras em ganho salarial (34%), modelo híbrido de trabalho (presencial e home office) (30%) e garantir condições adequadas no trabalho remoto (21%).

Terapia gratuita

Em meio ao Janeiro Branco, cujo intuito é reforçar campanhas e ações de conscientização sobre a saúde mental, o Zenklub, plataforma de saúde emocional corporativa, anunciou que as empresas que se inscreverem durante o mês terão 50 sessões de terapia gratuitas para os seus colaboradores.

A empresa reforça que para ter direito à ação não será necessário fechar contrato. Basta que as organizações se cadastrem para que possam usufruir dos serviços dos mais de 4 mil profissionais que integram a rede de atendimento. O período sem custos é válido por 30 dias.

GiroRH

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Por Redação