Quatro fatores que estão transformando os benefícios em saúde nas empresas.

A oferta de benefícios não é uma estratégia nova das empresas. Pelo contrário, é uma prática antiga que ajuda a reter e contratar talentos para a equipe. Esse recurso também passa por inúmeras transformações a partir da evolução da tecnologia e da digitalização dos processos.

Assim, é fundamental que gestores de RH, diretores e executivos estejam atentos às tendências e, claro, saibam incluí-las em suas rotinas.

Quando se fala em saúde, esse cuidado deve ser redobrado. Afinal, praticamente todas as empresas brasileiras oferecem alguma vantagem relacionada à medicina e ao bem-estar, segundo a 30ª Pesquisa de Benefícios Corporativos, elaborada pela Mercer Marsh Benefícios.

Veja mais: Por que precisamos (mais do que nunca) falar sobre Burnout?

Dessa forma, é necessário saber o que move a área e quais são as demandas passadas pelos colaboradores a fim de entregar sempre a melhor solução para todos.

Confira quatro fatores que contribuem para essa transformação:

1 – Saúde, mais do que nunca, em primeiro lugar

Uma das mudanças significativas que a pandemia de covid-19 trouxe para a sociedade é a maior preocupação com a saúde. Uma parcela considerável da população aproveitou os últimos dois anos para realizar check-ups e até fazer pequenas intervenções cirúrgicas em alguns casos. Isso, evidentemente, exigiu mais da oferta de benefícios em saúde que as empresas costumam oferecer a seus colaboradores.


Para informações adicionais sobre gestão de benefícios, baixe gratuitamente o eBook “A nova cara dos benefícios flexíveis“, produzido pelo Grupo TopRH. Clique AQUI.


Esse movimento não deve ser passageiro. A adoção de hábitos mais saudáveis está em pauta em diferentes classes sociais – e isso inclui mais visitas a médicos, fisioterapeutas, psicólogos, entre outros profissionais de saúde.

Veja mais: Os direitos trabalhistas de quem tem depressão, Burnout ou ansiedade

Cabe às empresas, portanto, se adaptarem a essa realidade para suprir a demanda cada vez mais crescente por vantagens na área médica.

2 – Foco na experiência e no desejo do colaborador

A expressão “experiência do cliente” tornou-se um mantra no ambiente corporativo, mas também serve para designar a satisfação do colaborador, isto é, do público interno de uma empresa. Por causa disso, diversas medidas adotadas pelos setores de RH mundo afora colocam os desejos e as vontades dos profissionais em primeiro plano na elaboração das estratégias a serem realizadas em gestão de pessoas.

Isso também vale para a oferta de benefícios na área da saúde. Por muito tempo, as organizações cediam o mesmo tipo de plano para todo o quadro de colaboradores – e não se importava se ele atenderia todos com qualidade.

Hoje, porém, sabe-se que cada indivíduo tem uma necessidade diferente em relação aos cuidados com a saúde – e é dever do gestor identificar isso e encontrar alternativas para resolvê-los.

3 – Flexibilidade é a bola da vez

Se o planejamento estratégico da empresa destaca a experiência e demanda de cada colaborador, é evidente que as iniciativas a serem tomadas daí por diante devem ser flexíveis. Ou seja, se adaptar à realidade das pessoas, permitindo que possam tirar proveito da melhor forma possível. Demonstrar flexibilidade é a nova regra entre líderes e gestores.

No caso dos benefícios em saúde, o melhor caminho é oferecer um leque de opções para que cada colaborador faça suas escolhas dentro do que ele propõe como vida saudável. Se deseja uma cobertura completa, que assim seja.

Se prefere optar por uma assistência ou plano específico, que seja atendido. O importante é o poder e a liberdade de escolha da pessoa.

4 – Eficiência com redução de custo

Por fim, é preciso reconhecer que a oferta de benefícios em saúde não foge do lema empresarial. Isto é, alcançar a máxima eficiência (a satisfação dos colaboradores) com custos mínimos para o caixa da companhia.

Quanto mais o gestor de RH conseguir condensar esse pacote em uma mesma plataforma, melhor para os cofres e para a operação do negócio.

Felizmente já existem empresas especializadas em resolver esse problema corporativo. Por meio de parcerias com empresas de saúde, essas companhias criam diferentes processos que facilitam a elaboração de planos sob medida.

Assim, todos têm acesso a planos de saúde e demais produtos que melhoram a qualidade de vida como um todo – não importando se é funcionário de uma grande multinacional ou um microempreendedor individual.

Quatro fatores transformam os benefícios em saúde

Por Matheus Moretti Rangel, CGO da Niky.

 

 

 

Ouça também o PodCast RHPraVocê, episódio 72, “O papel do RH e do gestor de pessoas na chamada “nova economia”” com Diego Barreto, vice-presidente de Finanças e de Estratégia e Susanne Andrade, especialista em desenvolvimento humano, ambos do Ifood. Clique no app abaixo:

Não se esqueça de seguir nosso podcast e interagir em nossas redes sociais:

Facebook
Instagram
LinkedIn
YouTube

Capa: Depositphotos