A pandemia de Covid-19 mudou a rotina das pessoas em todo o mundo, com quarentenas, cuidados de higiene mais restritivos e isolamento social.

Nesse momento tão crítico, os pets foram essenciais para muitas famílias, se tornando, muitas vezes, a única companhia de algumas pessoas e ajudando a deixar a solidão de lado.

Segundo a pesquisa do Radar Pet 2021, feita pela Comissão de Animais de Companhia Comac e que está ligada ao Sindicato da Indústria Veterinária, houve um aumento de 30% na obtenção de animais de estimação no Brasil durante a pandemia, sendo a maioria gatos.

É notório que esses companheiros ajudam a combater doenças como ansiedade, estresse e depressão. Agora, nessa retomada ao novo normal, há empresas que entenderam esse momento vivido pelos colaboradores e abraçaram essa causa.


 


Muitas se adaptaram e se tornaram “pet friendly, passando a incentivar o convívio com os animais nos escritórios, o que traz inúmeros benefícios nessa readaptação ao trabalho presencial, além de engajar os times.

Dados da plataforma LiveCareer comprovam isso. Um estudo realizado mostrou que o principal ponto positivo dos pets no local de trabalho era um ambiente relaxado (33%), seguido de redução do estresse (28%) e melhoria no equilíbrio com a vida pessoal (18%).

Outra novidade é a licença “peternidade”, que permite que os tutores fiquem por alguns dias em casa, ajudando os animais na adaptação ao novo lar. Para implementar essas ações diferenciadas, o trabalho das equipes de Gente e Gestão é fundamental.

É preciso ouvir com atenção, ter empatia e entender quais as necessidades dos times para oferecer benefícios que somem e façam sentido na vida dos colaboradores.

Uma ação pioneira que também promete ganhar espaço no mercado de recursos humanos é a extensão do plano de saúde para os pets.

Se muitas companhias já oferecem o auxílio para filhos e companheiros, por que não incluir os animais, que também fazem parte da família?

É importante entender essa realidade e demonstrar esse cuidado também com os pets.

Essa iniciativa pode gerar um grande retorno para as empresas e se tornar uma tendência no mundo corporativo, já que cerca de 66% da população brasileira têm ao menos um animal em seu lar.

Além disso, uma pesquisa realizada pelo Datafolha com tutores mostrou que o principal trabalho em se ter um pet é o cuidado com a saúde. O estudo também questionou se, caso pudessem resolver apenas um problema do seu pet qual seria, e a resposta mais citada foi, novamente, mantê-lo saudável, o que comprova que essa é uma grande preocupação das famílias.

Entendemos que as companhias precisam ter esse olhar humanizado, buscando benefícios e ações que tenham impacto real no dia a dia dos funcionários.

Essas medidas tornam as pessoas mais conectadas com o propósito das marcas e tudo isso contribui para a retenção dos talentos, que se sentem valorizados e acolhidos.

Como o mundo pet pode contribuir para o engajamento

 

Por Denice Caetano, Head de Pessoas e Cultura da Petlove&Co que é formada pela junção de marcas apaixonadas por pets: Petlove, DogHero, Vet Smart, Vetus e Porto.Pet. Juntas, temos um único propósito: fazer pets felizes e saudáveis.

 

 

Ouça também o PodCast RHPraVocê Cast, episódio 99, “Dois anos de pandemia: o que mudou no universo corporativo?” com Rafael Ricarte, líder de produtos de carreira da Mercer Brasil e André Vicente, Diretor Geral da Adecco no Brasil. Clique no app abaixo:

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