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Sucesso Ou Felicidade?

Coluna

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Ultimamente a felicidade é um assunto muito comentado nos ambientes organizacionais. Principalmente por conta das gerações mais novas (Y e Z) que atrelam sucesso profissional ao fazer o que gostam.

Estou escrevendo um livro que ainda não defini o nome, mas que trata do conceito CHAVE de sucesso. Ou seja: (C)onhecimento, (H)abilidade, (A)titude, (V)alores e (E)ngajamento. Para ter êxito no âmbito corporativo é preciso estudar, adquirir experiência e ter comportamentos compatíveis com os objetivos. Neste contexto, é fundamental fazer aquilo que colabora com o que você acredita e valoriza. Portanto, é necessário encontrar um local em que se possa alcançar todas as metas.

Às vezes pensamos no local de trabalho como sendo apenas empregados de alguém. Porém, este espaço não precisa necessariamente pertencer a outra pessoa. Pode ser seu, a sua empresa. Contudo, se o local onde está não lhe traz felicidade, os outros quatro fatores do CHAVE não farão sentido já que não existirá o engajamento, por exemplo. Afinal, quem deseja trabalhar durante horas por dia com uma atividade que não gosta para comprar o que não precisa?

Não adianta! O funcionamento da motivação parte dos nossos princípios e valores. Ao exercer um cargo que os reforce, ficamos felizes e ao estar distante deles, não sentimos prazer – o que se relaciona com produtividade e desempenho. Eis o cenário: Um colaborador que faz o que não gosta e não tem objetivos tem a performance afetada e entrega abaixo do que poderia. Já a pessoa que faz o que não gosta, mas consegue atingir os objetivos fica dentro da média. Por sua vez, aquele que trabalha com o que gosta e consegue ir de encontro aos seus sonhos tem um desempenho muito acima da média.

Em suma, escolher a profissão sem pensar na felicidade é um risco.

Por Tatiane Souza, presidente e sócia da empresa Gente Mais Consultoria e Treinamentos. É uma das colunistas do RH Pra Você.

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