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RH mais humano e tecnológico: o que aprendemos com a pandemia

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Quem poderia imaginar o tamanho do desafio que enfrentaríamos em 2020? Por mais que uma organização estivesse alerta e preparada para lidar com emergências, a pandemia do novo coronavírus trouxe dificuldades sem precedentes, que mudaram rapidamente as regras do jogo que todos estávamos habituados a jogar.

Como respeitar medidas de isolamento social e protocolos de segurança afetando o mínimo possível a eficiência da força de trabalho? Como preservar o equilíbrio emocional dos colaboradores em um período de tanta incerteza? Essas foram apenas algumas das perguntas que gestores e equipes de RH tiveram que responder na prática e às pressas.

Para muitas empresas, a implementação do esquema de trabalho home office esteve no foco desse processo. Outras, no entanto, enfrentaram o extremo oposto, ou seja, a tarefa de manter trabalhadores essenciais em seus locais de trabalho típicos, ainda que de maneira totalmente atípica.

Esse foi o caso do Grupo Souza Lima, que oferece soluções em segurança patrimonial, limpeza e outros facilities – em se tratando de profissionais indispensáveis nos postos que ocupam presencialmente, o principal desafio foi lidar justamente com a impossibilidade do trabalho remoto.

Nesse contexto, o papel estratégico do departamento de gestão de pessoas ficou mais evidente do que nunca. Liderada pela Gerente de Recursos Humanos Marisa Shukuzawa, a área apostou no uso da tecnologia a favor da humanização como fio condutor das práticas e políticas empregadas.

Mudança de rota rápida

Com um quadro de 22 mil colaboradores e filiais em 15 estados, o Grupo Souza Lima iniciou o ano com um planejamento de RH voltado ao treinamento presencial de gestores a nível nacional. No radar, estavam temas como liderança, feedback, comunicação, gestão de conflitos e negociação. Mas é claro que a pandemia forçou uma mudança de planos e exigiu, acima de tudo, capacidade de adaptação e agilidade. Foi preciso recalcular a rota sem pensar duas vezes, desenhando uma estratégia adequada à nova realidade.

Rede de multiplicadores

Partindo da necessidade de disseminar informações para aliviar a tensão dos funcionários em meio à crise, a primeira medida foi estabelecer uma rede de multiplicadores. Assim, no lugar dos treinamentos presenciais previstos, os líderes regionais receberam treinamentos online sobre temas urgentes – que iam desde orientações gerais sobre a Covid-19 até esclarecimentos sobre medidas provisórias internas, como alterações nas jornadas de trabalho –, ficando encarregados de transmitir o conteúdo às suas equipes. Com isso, as novidades chegavam às pontas com rapidez e transparência, apoiando as necessidades de todos.

Foco no bem mais precioso

A pandemia ressaltou a importância de privilegiar o bem-estar dos colaboradores, peça fundamental dos serviços prestados pelo grupo. Nesse sentido, a empresa assumiu um compromisso com a manutenção da saúde física e mental não apenas dos funcionários, mas também de seus familiares, observando individualmente questões como grupos de risco, sintomas, prevenção, estresse etc.

Coletivamente, as ações incluíram orientações práticas para o enfrentamento da pandemia e minimização do risco de contágio durante as operações, o que possibilitou manter a equipe segura e engajada mesmo nos períodos mais turbulentos.

Tecnologia fundamental

Cabe ressaltar que, enquanto muitas empresas tiveram que lutar para implantar ferramentas digitais no difícil período da pandemia, no Grupo Souza Lima foi possível colher os frutos de um investimento maciço em tecnologia que já vem sendo feito há pelo menos 4 anos. Assim, canais já existentes, como o Portal do Colaborador, tiveram o alcance ampliado e foram adaptados para o momento, favorecendo o diálogo com os colaboradores e seus familiares. Além disso, o app de uso interno do grupo ganhou uma atualização para facilitar e estimular a adesão aos treinamentos online.

Para o pós-pandemia, não resta dúvida que o futuro do RH é a integração das pessoas com a tecnologia. Se em algum momento chegamos a nos perguntar se os processos de digitalização poderiam tornar a área de recursos humanos menos humana, a difícil realidade imposta pelo coronavírus provou exatamente o contrário: os avanços tecnológicos servem justamente para humanizar ainda mais nossos processos e, se não fosse por isso, não fariam sentido.

Artigo feito pela equipe do Grupo Souza Lima

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