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Por Que Apostar Em Pesquisas Organizacionais?

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Com a transformação digital cada vez mais marcante no dia a dia das empresas, torna-se crucial que as pesquisas internas façam parte do roteiro planejado de inovação. Embora sejam comuns análises com os consumidores do produto ou serviço oferecido, especialistas apontam sobre a importância de uma identificaçãointerna, que avalie como os colaboradores estão se sentindo referente a medidas e processos adotados pela organização.

“As companhias precisam adotar o hábito de ouvir seu público interno. Desse modo, o RH tem um maior controle do que é satisfatório ou não internamente e pode desenvolver ações em torno disso, o que potencializa sua gestão”, explica o especialista em Recursos Humanos, Roberto Martins.

A pesquisa organizacional deve estar alinhada ao papel dos Recursos Humanos como um setor cada vez mais estratégico e importante na tomada de decisões das empresas. A partir do momento que os resultados são analisados, é essencial que exista uma estrutura que permita lidar com os aspectos desfavoráveis avaliados. Além disso, a organização deve estar preparada para um possível cenário de insatisfação maior do que satisfação por parte da equipe de trabalho, o que torna ainda mais cirúrgico o plano a ser adotado pelo RH e pela gestão.

Roberto aponta que é igualmente importante que os colaboradores sejam comunicados a respeito dos resultados avaliados e, principalmente, das ações que devem ser tomadas. “As empresas podem se aproveitar de plataformas digitais para realizar todo esse processo. Hoje já existem mecanismos online que facilitam as pesquisas e que por onde o RH pode estabelecer uma comunicação com sua equipe”.

Podem ser adotados os mais diversos modelos de pesquisa, que não medem somente o clima organizacional, mas também outras questões, como benefícios e atividades/eventos internos. “As pesquisas mais comuns são aquelas de satisfação, mas o RH também deve buscar como seus funcionários se sentem em relação às políticas internas, aos benefícios, às regras estabelecidas, às bonificações, e até mesmo em relação a eventos e confraternizações que a organização ofereça”, diz o especialista. “As pesquisas também são muito boas para avaliar se há ou não ruídos na comunicação”, acrescenta.

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