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O que torna a seleção às cegas tão importante a empresas e profissionais

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Você se candidata a uma vaga de emprego, mas, do outro lado, o recrutador não sabe seu gênero, etnia, idade, endereço, estado civil, se possui filhos ou não, entre outras informações. Algumas companhias já estão adotando a chamada “seleção às cegas” com o principal objetivo de tornar seus processos seletivos mais plurais.

O intuito é evitar que as características pessoais sejam levadas em consideração no momento da escolha, ainda que inconscientemente, pelos responsáveis da seleção. Sendo assim, o recrutador tomaria a decisão baseada nas qualificações profissionais e competências dos candidatos.

“Sabemos que vieses inconscientes têm um efeito importante em nossa capacidade de julgamento. Eles podem nos levar a tomar decisões em favor de alguém e/ou grupo e prejudicar outros, já no início do processo, por sua raça, sexo ou local de moradia”, afirma Mariangela Schoenacker, diretora de operações da consultoria de desenvolvimento de talentos e transição de carreira LHH Nordeste.

No Brasil, o método ainda é visto como novidade. Segundo Mariangela, a estratégia passou a ser difundida na Europa – inclusive com incentivo do governo de alguns países – para evitar que imigrantes, especialmente da África e Oriente Médio, e mulheres em idade fértil fossem eliminados dos processos seletivos.

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