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O 'novo' futuro do trabalho e a revolução 4.0 do RH

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Certamente, muitos de vocês já ouviram o termo “revolução 4.0”, movimento transformador e inovador pelo qual o mundo corporativo passa. Porém, na prática, o quanto o RH pode contribuir de forma efetiva para o progresso de tal revolução? E o quanto os chamados “novo normal” e “movimento pós-pandemia” terão impacto no processo evolutivo da área de Recursos Humanos?

Para tratar dessas e de outras questões relevantes ao segmento, convidamos você a participar gratuitamente do Webinar RH TopTalks: “O papel do RH na revolução 4.0”. O evento virtual contará com a participação de Daniel Schwebel, country manager da Workana, uma das maiores plataformas de freelancers da América Latina.

Além dos questionamentos acima, o especialista trará, também, a sua visão referente às principais tendências de gestão e liderança para o futuro do trabalho e sobre como os processos empresariais estão sendo acelerados e moldados pelo cenário atual de pandemia.

Para participar do webinar, que ocorre na próxima terça-feira, 22 de setembro, faça sua inscrição clicando no banner abaixo:

E já que estamos falando de futuro, o que o mercado de trabalho começará a esperar de líderes e liderados?

A crise causada pela pandemia da Covid-19 impactou diversos setores e impulsionou grandes mudanças, especialmente no mercado de trabalho. Para compreender melhor o cenário e apontar tendências para profissionais e empresas a Workana realizou um estudo entre os meses de abril e maio deste ano. Um dos tópicos abordados é a necessidade de adaptação dos profissionais; se as habilidades exigidas para desempenhar um bom trabalho já mudavam muito antes, com o home office forçado as mudanças vieram ainda mais rápido.

O estudo contou com a participação de profissionais freelancers, CLT, empreendedores e líderes de pequenas e médias empresas. Dentre os trabalhadores com carteira assinada que estão trabalhando remotamente, 27,9% apontam que uma melhor organização e uma boa distribuição das tarefas a serem realizadas são as capacidades mais necessárias neste momento. Para 20,5% desses trabalhadores, a facilidade de adaptação e resiliência vêm no topo da lista de skills que precisam de atenção para que se obtenha bons resultados, enquanto 15,6% destacam a importância de desenvolver o senso de prioridade e também 15,6% falam sobre ter mais autonomia.

Para Schwebel, essas habilidades apontadas pelos profissionais CLT já são inerentes dos trabalhadores freelancers. "O home office exige uma mudança de mentalidade dos profissionais de carteira assinada. Para eles, adaptação está mais voltada à reorganização de tarefas. Eles têm que aprender a lidar com a liberdade fora do ambiente de trabalho - o que acaba por demandar mais responsabilidade sobre as tarefas a serem cumpridas. Pontos estes que já fazem parte da rotina dos freelancers, que apontaram mais facilidade de adequação à rotina em meio ao isolamento social", conta o especialista. Em relação ao trabalho em casa em meio à quarentena, 77% dos freelancers avaliaram como ótimo ou bom, número que cai para 58% dentre os CLTs.

Já em relação às habilidades apontadas pelos freelancers como principais a serem desenvolvidas, para 22,3% a adaptação a diferentes situações vem no topo da lista, o que aponta que, mesmo estando mais preparados para mudanças, estes profissionais reconhecem a importância de se manterem em constante aprendizado. Para 18,8% a habilidade mais citada foi a geração de estratégias de vendas e marketing para divulgação do próprio trabalho; enquanto 16,7% apontaram que precisam aprimorar a avaliação adequada de seus próprios serviços, ponto interessante que aponta que os profissionais independentes se voltaram para aperfeiçoar habilidades relacionadas à capacidade de conquistar mais trabalhos e com qualidade. 

Os demais tópicos levantados pelos freelancers como pontos a serem melhorados são: gerenciamento de tempo e de projetos, para 15,9%; habilidades de negociação com o cliente (mais do âmbito cognitivo) para 12,9%; 9,6% falaram da importância de ter uma comunicação mais efetiva, e 3,8% disseram precisar trabalhar mais a autonomia para gerir o tempo, os trabalhos e a rotina como um todo.

Schwebel destaca que o momento em que vivemos não é o normal do trabalho remoto, pois foi forçado e não planejado. "Tanto os profissionais independentes quanto os que possuem carteira assinada precisaram se adaptar a não só uma nova rotina de trabalho, mas também um dia a dia diferente em casa, com filhos que não podem ir à escola, dentre outros entraves, o que não traz a total liberdade e flexibilidade que o home office pode proporcionar em tempos normais", aponta.

Neste novo cenário, ambos os profissionais precisam analisar se estão se comunicando bem ou não, adequar seus processos, e buscar se desenvolver de maneira proativa. Também para ambos, proatividade é uma peça chave para o desenvolvimento profissional. Os freelancers têm consciência disso, tanto que 88,8% deles veem trabalhar de forma independente como uma oportunidade de desenvolver a carreira para onde pretendem, considerando que os resultados vêm exclusivamente do desempenho deles mesmos.

Para saber mais

Futuro do trabalho, inovação, tecnologia, gestão humanizada e transformadora de pessoas, pós-pandemia e a nova realidade do RH são assuntos que conduzem a sua carreira e constróem o seu perfil profissional? Se sim, o que você está esperando para se inscrever em um dos principais eventos de gestão de pessoas do país? Venha conhecer o RH TopTalks, evento que conta com grandes marcas e profissionais para levar a você o que há de mais atual no mercado.

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