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O caminho para a Educação Emocional

Coluna 277

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Os líderes e gestores exercem, queiram ou não, importante papel no status mental de seus colaboradores e, se não estiverem habilitados a controlar suas próprias emoções para lidar com as emoções de terceiros, correm o risco de tumultuar todo o clima organizacional.

No momento em que vivemos, o emocional das pessoas em geral tem sido duramente atacado por fatos negativos que podem causar profundo prejuízo comportamental e, consequentemente, perdas sociais e profissionais, se não forem cuidadosamente neutralizados.

Diante dos impactos emocionais dessa pandemia que afeta toda a sociedade, é mais do que necessário saber lidar com as reações emocionais em casos de perda real ou mesmo imaginada, medo, angústia e ansiedade pessoais que inevitavelmente afloram.

Existem recursos inteligentes de gestão das emoções próprias e dos outros para neutralizar ou minimizar reações desse turbilhão de impactos que atingem a todos e conduzir as pessoas a adotarem atitudes adequadas diante dos fatos. Fatos são iguais e inalteráveis para todo mundo; o que importa são as atitudes diante dos fatos!

Mesmo pessoas muito inteligentes, com elevada autoestima e em pleno uso de sua capacidade mental, correm o risco de ver suas pretensões destruídas por deslizes comportamentais fora de seu controle, quando sob o jugo das emoções.

- “Perdi a cabeça”! “Estava fora de mim”! Quantas vezes usamos e ouvimos essas justificativas? Isso não é figura de retórica! Realmente, sob um forte impacto emocional, sofremos uma verdadeira inundação de humores que esmagam nossa racionalidade! Assim, as emoções influenciam muito mais as chances de sucesso dos indivíduos do que a inteligência.

O que é Emoção

Emoção é um complexo estado de excitação mental, acompanhado habitualmente de alterações viscerais e musculares, associado a ações de caráter impulsivo no comportamento pessoal.  São as emoções que comandam nossas ações! Quando, em estado de tensão emocional, tomamos atitudes impensadas que podem nos prejudicar para sempre.

Hoje sabemos que essas atitudes “impensadas” são respostas automáticas a estímulos que impactam nossos sentidos, conforme predisposições construídas por nossas experiências ou pela imaginação. Na realidade, foram pensadas e gravadas em nosso inconsciente antes.

Confirma Daniel Goleman, PhD, no livro “Inteligência Emocional”, que “ninguém está a salvo dessa errática maré de descontrole e de posterior arrependimento; ela invade nossas vidas de um jeito ou de outro”! “Os que estão à mercê dos impulsos – os que não têm autocontrole – sofrem de uma deficiência moral”

O poder das emoções é normalmente ignorado, embora seja a força que leva as pessoas a agir conforme “hábitos emocionais adquiridos, solapando suas melhores intenções”, explica Goleman.

As Emoções e a Saúde

As emoções se manifestam automaticamente, acionando o sistema nervoso como resposta a estímulos deflagrados por fatos externos reais ou mesmo vivamente imaginados e, conforme conotações previamente estabelecidas no subconsciente de cada sujeito podem causar efeitos importantes na qualidade de vida das pessoas.

Más notícias, previsões catastróficas, como as que temos recebido, produzem insegurança, geram grande impacto emocional e alteram profundamente o desempenho pessoal. Até mesmo falar sobre o assunto excitará o seu sistema nervoso.

O cientista Paul Elkman identifica cinco tipos básicos de “emoção”, que se desdobram conforme a intensidade positiva ou negativa que trazem.  São eles: raiva, medo, tristeza, felicidade e repugnância.

Segundo Wilson Lopes, no livro “Evangelho e Saúde” (Editora Mercuryo), raiva, medo, tristeza, e outros sentimentos do mesmo teor, fazem com que o córtex cerebral emita ordem de alarme e desencadeie a liberação de substâncias como adrenalina, noradrelina, dopamina e acetilcolina, aumentando em até cinquenta vezes a respectiva taxa normal, resultando em reações cardiovasculares, respiratórias e metabólicas nocivas à saúde

Já a alegria, afeto, autoestima e outros sentimentos semelhantes, fazem com que o sistema nervoso libere a quantidade ideal de endorfina, metaendorfina, serotonina e encefalina, responsáveis pela sensação de bem-estar e que auxiliam o movimento vascular cerebral. Atuam também sobre a glândula pineal que alimenta a produção de melatonina e neuro-hormônios, fortalecendo as defesas imunológicas.

As Emoções nas Relações Humanas

 “Todas as emoções são, em essência, impulsos legados pela evolução, para uma ação imediata e ordenamentos instantâneos que visam lidar com a vida. Em qualquer emoção está implícita uma propensão para um agir imediato”. (Daniel Goleman)

Presentes em todas as relações humanas, as emoções podem ser barreiras instransponíveis para o bom entendimento entre as pessoas, ou ser uma ponte para torná-lo possível. Na realidade, cada atitude que tomamos é influenciada por uma ou mais emoções. E nossas atitudes também exercerão influências importantes sobre as reações emocionais de outras pessoas.

Daniel Goleman observa: “Se a capacidade de interagir socialmente é atestada pela habilidade de aliviar sentimentos dolorosos, controlar alguém no auge da ira talvez seja a medida última da maestria. Os dados sobre autocontrole da raiva e contágio emocional sugerem que uma estratégia eficaz é distrair a pessoa furiosa, demonstrar solidariedade com seus sentimentos e ponto de vista e, depois, tentar fazer com que encare os fatos de outra forma, de modo a sintonizá-la com uma gama de sentimentos mais positivos – esta é uma espécie de judô emocional”.

Os seres humanos adultos e civilizados podem moldar seus impulsos para agir de acordo com suas conveniências, levando inteligência às emoções. Pela empatia podemos “interpretar os sentimentos mais íntimos de outrem e lidar tranquilamente com relacionamentos”, afirma Daniel Goleman. É, portanto, possível para quem controla as próprias emoções, atender demandas emocionais de outras pessoas pela percepção do que necessitam como resposta aos seus impulsos.

A presença e a influência das emoções em nossas vidas é, fato indiscutível: não atingiremos a verdadeira maturidade até podermos utilizar esse verdadeiro presente da natureza a nosso favor. A capacidade de controlar os próprios impulsos pode ser desenvolvida pela construção de autoimagens adequadas para orientar nosso agir de forma socialmente aceitável e oportuna.

 

Como usar as Emoções a seu favor

Nossas emoções trabalham para nós? Ou permitimos que trabalhem contra nós?

Para dar a resposta que gostaríamos que fosse verdadeira, devemos antes responder corretamente as seguintes questões:

- Somos capazes de manter a paciência o tempo suficiente para convencer uma pessoa difícil, em circunstâncias adversas?

- Aceitamos críticas sem nos ofendermos?

- Quando sob pressão, mantemos o controle de nossas ações? Agimos racionalmente? 

- Acumulamos tensões ou somos capazes de relaxar e liberá-las da maneira correta?

- Usamos nossas emoções para influenciar outras pessoas ou, sob tensão emocional, perdemos o controle e permitimos que isso arruíne as chances de um bom entendimento?

Todos gostam de pensar que controlam totalmente suas emoções, mas é irrefutável que não! Nossas emoções estão permanentemente agindo sobre nós, sem que percebamos. Se refletirmos sobre as decisões que tomamos recentemente, certamente vamos descobrir que nossas emoções exerceram mais influência do que normalmente percebemos no ato.

Como as emoções possuem tão grande importância em nossas vidas, é muito importante aprender como utilizá-las a nosso favor.

As pessoas podem sentir diferentes emoções a partir do mesmo estímulo, conforme as lembranças de fatos vividos ou fortemente imaginados. O tipo de emoção que vai aflorar de um estímulo pode ir da “raiva” ao “prazer”; a razão nada pode fazer a esse respeito.

Controlar essas reações envolve muito mais do que força de vontade. Temos de mudar a autoimagem de como reagimos a determinados estímulos, aplicando a imaginação para fixar a atitude correta. Precisamos domar as emoções nocivas como a raiva, a ansiedade, tristeza, entre outras.

Essa mudança é extremamente importante e desejável, apesar de requerer algum tempo e esforço.

Não estou falando de reprimir as emoções, pois isso não é saudável e pode até causar enfermidades muito sérias. Mas, mudar “nosso agir imediato” é viável e pode ser obtido através de um simples e valioso processo educacional que exponho a seguir. Não pense que é impossível: sempre podemos mudar nossas atitudes. O prazer que sentiremos pelo melhor resultado decorrente das mudanças nos ajudará a ter controle emocional.

Os psicólogos ensinam que podemos nos libertar de reações emocionais socialmente incorretas através da “CATARSE”, uma palavra grega que significa “purificação” ou “depuração”.

Utilizaremos a palavra “CATARSE” como chave para gravar o que precisamos fazer para evitar as reações emocionais indesejadas:

Calma

A primeira reação racionalmente correta que devemos cultivar diante de um estímulo ou situação desagradável é manter a calma para controlar nossas reações emocionais. Com calma, ganharemos o tempo para ver a situação mais claramente e encontrar o caminho que mais nos favoreça.

Habitue-se a não agir sem antes pensar nas consequências, nem deixar que fatos desagradáveis envenenem seu organismo e desequilibrem seu sistema nervoso. Use o tradicional método de “contar até dez” antes de tomar qualquer atitude. Diga a você mesmo: “tenha calma”.

Vale a pena lembrar que a palavra é o grande condutor dos estados emocionais. Nas interações verbais, aplique os cinco “nãos”, para manter a calma:

- Não fale sem pensar;

- Não grite, fale baixo, responda serenamente toda questão difícil;

- Não use adjetivos desagradáveis;

- Não alimente a maledicência;

- Não encerre um assunto sem possibilidades de novo entendimento.

A calma é contagiante. Se o estímulo é provocado pelo desequilíbrio de outra pessoa, procure acalmá-la antes de entendê-la, pois ela não dará explicações coerentes até se reequilibrar. Reduzindo as tensões, será mais fácil chegar a bom termo.

Apurar os fatos

A segunda reação racionalmente correta diante dos percalços que a vida apresenta é apurar os fatos, eliminando as impressões e aparências apressadas que inunda nosso sistema nervoso de maus humores e impedem uma visão mais clara.

Nas situações mais contundentes, somos afetados por percepções imprecisas e mal-entendidos facilmente superáveis quando vemos com clareza. Apurando e avaliando os fatos, podemos nos fixar no que é realmente importante, em vez de reagir de forma irracional! Uma percepção equivocada pode induzir uma pessoa a graves enganos.

Em nossas relações pessoais ou profissionais, somos constantemente impactados pelas reações emocionais das pessoas com as quais convivemos. Para evitar que erros de interpretação promovam um curto-circuito emocional, é importante saber o significado real do fato ou da palavra que nos atinge. Além de melhorar o entendimento, dá um tempo a mais para neutralizar o impacto e escolher a melhor atitude!

Numa situação estressante, será sempre recomendável certificar-se de entender o verdadeiro significado e avaliar qual a reação que mais lhe convém, antes de agir impensadamente.

Transformar problemas em oportunidades

A terceira reação socialmente correta para o exercício do controle emocional é transformar problemas em oportunidades. Os fatos atingem igualmente todas as pessoas que vivem as mesmas circunstâncias. E aquele que melhor lidar com eles, estará em vantagem diante dos demais!

Mesmo os fatos mais desagradáveis contêm desafios e oportunidades. Lembre-se, sua atitude é mais importante do que o fato em si! Apure, como vimos anteriormente, o sentido de cada fato ou de cada situação; entenda suas causas e seus efeitos. Você certamente encontrará oportunidades para reverter a situação a seu favor.

Avalie as consequências de possíveis ações e, só então, ponha em prática a que mais lhe convém. Se não puder fazer nada para melhorar uma situação, não faça nada que a possa piorar. Raiva, desânimo e tristeza trabalharão contra você. Não as alimente. Deixe o tempo agir. Com o tempo tudo muda!

Ajustar-se às exigências

A quarta reação racionalmente correta é ajustar-se às exigências sociais e profissionais. Isto é, desenvolver um repertório de reações capazes de promover o ajustamento pessoal às circunstâncias e manter o equilíbrio emocional, com um mínimo de dificuldade.

O ajustamento difere da adaptação na medida em que busca a aceitação do que não se pode mudar, provocando reações emocionais mais equilibradas e harmoniosas, mais por discernimento e dotes de realização, do que por mera flexibilidade. (Psychology of Adjustments – J. M. Sawrey e Charles W. Telford)

Quando o impacto emocional é danoso e o desequilíbrio prolongado, o indivíduo precisa recuperar o equilíbrio perdido. O ajustamento psicológico ocorre inicialmente pela aceitação do que não se pode mudar, e a seguir, pelo desenvolvimento de um comportamento objetivo, adequado à situação, de forma a garantir a paz interior e a harmonia, sem sentimento de revolta ou frustração.

Convém ressaltar que vivemos conforme cogitamos. Usando a força da imaginação, vendo a si mesmo ajustado e usufruindo bem-estar, totalmente liberto e desembaraçado de quaisquer ressentimentos ou recalques, o conduzirá à harmonia que prevalecerá a partir de então.

Racionalizar os impulsos

A quinta atitude emocionalmente correta é racionalizar os impulsos emocionais.

Existe uma inteligência biológica denominada “Instinto” que encontramos em todos os seres vivos e que comandam, de forma automática, as ações para satisfazer nossas necessidades primárias de sobrevivência e preservação. Os instintos são comportamentos herdados geneticamente, motivados pela utilidade e prazer que proporcionam. Considere que os instintos são construtos mentais residentes no inconsciente, desenvolvidos nas fases primitivas da vida.

A correlação entre as ações e efeitos agradáveis ou desagradáveis leva a elaborações mentais cada vez mais complexas, introduzindo conhecimentos que transcendem a mera sobrevivência biológica e acrescentam novas construções mentais que comandam ações mais “inteligentes”.

Pouco a pouco, os instintos cedem espaço à razão. Passamos assim, da predominância do instinto primitivo para a possibilidade de ações dotadas de “inteligência”!

Aprendendo com o resultado de erros e acertos, o ser humano está sempre adquirindo novos conhecimentos que vão se sobrepondo, uns aos outros. Na medida em que cresce sua bagagem de conhecimentos, aumenta paralelamente a capacidade de interpretar o que se passa ao redor, reagindo da forma que melhor atende a seus anseios. Atentemos, porém, para o fato de que as experiências promovem a geração de imagens mentais, e que a reação aos estímulos será automática, conforme a autoimagem que suscita.

Racionalizar os impulsos significa buscar o reforço da mente consciente para neutralizar as reações emocionais indesejáveis, idealizando o comportamento conforme os padrões sociais e éticos aceitáveis e coerentes com seus melhores sentimentos e objetivos. O racional ajuda a agregar “inteligência” ao emocional, dando sentido mais lógico às nossas reações.

Todo e qualquer ato que praticamos leva a uma consequência. Desta forma, devemos refletir sobre o que mais nos convém, antes de agir!

Satisfazer as necessidades mentais e físicas

A sexta atitude emocionalmente correta é satisfazer as necessidades mentais e físicas decorrentes de situações estressantes diante de um mal previsível, embora não confirmado ou adiadas por muito tempo, e que geram tensão, irritação e ansiedade.

Tensão é o estado emocional que mantém o sistema nervoso em alerta, pronto para o enfrentamento futuro, de realização incerta, previsão de algo mau, uma fatalidade que pode afetar o indivíduo, fixada na mente como se fosse real. Tal estado provoca alterações físicas e psíquicas que permanecem assim até que as causas sejam neutralizadas.

O estado de tensão prolongado pode provocar irritação e ansiedade pela insegurança e, as consequências podem ser de ordem física, como dores no corpo, suores e taquicardia, ou de ordem psíquica, como angústia, pânico, medo exacerbado podendo levar a estados de grave desequilíbrio mental. Qualquer pendência mantém uma ação residual e contínua em nossa mente, até que seja eliminada.

A atitude racional é substitui e ideia de fatalidade por uma probabilidade incerta que será perfeitamente resolvida e, tirar o problema da cabeça com a definição de que o assunto será resolvido a tempo e hora, promovendo a redução gradual de seus efeitos emocionais, possibilitando o retorno ao estado de equilíbrio natural.

A crença religiosa é um abrigo seguro para a maioria das pessoas, independente da doutrina que professe. Deus é uma necessidade humana e um apoio emocional importante nos momentos de crise. Entregar seus problemas a Deus é prática milenar de eficácia comprovado cientificamente.

Além de aliviar a mente, é igualmente necessário satisfazer as necessidades físicas, livrando o corpo dos humores acumulados que permanecem em circulação na corrente sanguínea, mantendo o indivíduo sob tensão constante, pronta para explodir a qualquer momento.

Uma boa alternativa é praticar atividades físicas que nos libertem das tensões e maus humores de forma socialmente aceitável. Nas empresas, sessões terapêuticas de fisioterapia é uma grande válvula de escape para essas tensões. Assistir a uma comédia ou peça teatral hilariante também pode ser uma excelente forma para liberar nossas tensões e maus humores.

Equilíbrio emocional

A sétima, mas não menos importante atitude emocionalmente correta é: manter o equilíbrio, no sentido de contrapor forças às atitudes emocionais reconhecidamente equivocadas.

Em qualquer situação que se encontre, enquanto as atitudes emocionais não estiverem ainda totalmente depuradas e houver recorrências de atitudes que estamos tentando substituir, urge equilibrar essas tendências com atitudes racionais mais adequadas. Não podemos nos permitir as mesmas atitudes da idade da pedra. Temos que nos libertar de velhos impulsos, substituindo-os por reações compatíveis com o atual estágio evolutivo da humanidade.

Evoluir até o topo, ou nunca passar da mediocridade, depende da mobilização dos recursos intelectuais que todos possuímos e que devem prevalecer sobre a irracionalidade. O que vale é o que cada um cogita a respeito de si mesmo e como se manifesta diante do mundo. Como vê a si mesmo. Lembre-se da força da imaginação e da importância da autoimagem.

A crença nas próprias possibilidades e a visão da felicidade esperada é motivação invencível que vai prover a energia emocional e impulsionar as atitudes em busca do bem estar. Lembre-se, a felicidade é um estado de espírito que só aflora em ambiente de equilíbrio emocional. Não tenha medo de ser feliz!

Considere que, na natureza, tudo evolui lenta, mas incessantemente. A evolução é compulsória e o aprendizado não cessa; o sucesso fundamentado em valores reais nos dará a paz interior, condição essencial para a felicidade, uma consequência incondicional de nossa natureza. Para isso fomos criados!

A prática constante das recomendações “CATARSE” vai sedimentar, pouco a pouco, o controle emocional desejado, evitando o sofrimento e prejuízos possíveis pela ausência de equilíbrio em nossas reações.

Crises são passageiras, mas perder o controle emocional pode causar prejuízos duradouros. Se você às vezes se descontrola, faça a sua CATARSE! Depure suas reações e atribua inteligência aos seus impulsos emocionais. Permita que as emoções trabalhem a seu favor. Não se esqueça das recomendações CATARSE:

            Calma,

            Apurar os fatos,

            Transformar problemas em oportunidades,

            Ajustar-se às exigências,

            Racionalizar os impulsos,

            Satisfazer as necessidades mentais

            Equilíbrio emocional

Por Vicente Graceffi, consultor em desenvolvimento pessoal e organizacional. É um dos colunistas do RH Pra Você. Foto: Divulgação. O conteúdo dessa coluna representa a opinião do colunista.

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