Nesta quarta-feira (7), o presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou que o Ministério do Trabalho não será mais uma pasta individual e será incorporado a outro ministério, ainda não divulgado.

A confirmação da alteração do status do Ministério do Trabalho confirmou rumores que já especulavam que a medida seria adotada. Na terça-feira (6), o Ministério dissolvido soltou uma nota no qual enfatizou o quanto, ao longo de seus 88 anos de existência, foi importante para a classe trabalhadora do país.

No texto do comunicado, o Ministério afirmou ainda que “o futuro do trabalho e suas múltiplas e complexas relações precisam de um ambiente institucional adequado”, destacando ter passado por melhorias que o tornam “seguramente capaz de coordenar as forças produtivas no melhor caminho a ser trilhado pela Nação Brasileira, na efetivação do comando constitucional de buscar o pleno emprego e a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros”.

Em seu plano de governo, Bolsonaro sempre defendeu a redução do número de ministérios. A princípio, a estimativa era da redução de 29 para 15 pastas. Mas o presidente eleito admite a possibilidade de trabalhar com 18 ministérios.

Atualmente, o Ministério do trabalho tem a responsabilidade de desenvolver políticas que gerem emprego e renda à população. A pasta também atua na modernização das relações trabalhistas e na elaboração de diretrizes que contribuam para o desenvolvimento profissional.