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Menos Custos, Mais Resultado: O Trabalho De Predição De Saúde Da Gesto

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Embora seja um benefício que contribua de forma significativa na atração e retenção de talentos dentro das organizações, o plano de saúde, igualmente, apresenta desafios complexos aos gestores, seja pela questão do custo, da administração, entre outros fatores.

De acordo com pesquisas recentes, em média, o dinheiro investido na saúde dos funcionários representa 12% do total de gastos das empresas, fatia considerável das finanças uma vez que só é inferior à folha de pagamento. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos de saúde, hoje, cobrem o atendimento de 47 milhões de brasileiros, um panorama no qual mais de 65% da conta – que só aumenta - é bancada pelas organizações, já que a modalidade mais contratada é a coletiva empresarial.

É por conta desse cenário que muitos negócios já entenderam que o tema saúde é altamente estratégico e merece uma atenção. Em razão disso, cada vez mais companhias trabalham com consultorias e corretoras que auxiliam a gerenciar o ciclo de saúde de modo tecnológico, inteligente e, principalmente, com equilíbrio entre o cuidado com as pessoas e a sustentabilidade financeira da empresa.

No papel de oferecer esse equilíbrio às empresas, há 16 anos a Gesto, corretora de saúde que atua com base em ciência de dados, faz da visão estratégica e da tecnologia seus pilares para oferecer soluções de saúde que sejam vantajosas à gestão empresarial e, claro, aos colaboradores.

O negócio, fundado pela empresária Fabiana Salles, se dedica a fazer o acompanhamento de saúde da população dos seus clientes. O intuito é identificar pontos de melhoria que envolvam a tomada de decisão por melhores coberturas do plano de saúde, adoção de medidas médicas ou de formatos de assistência mais condizentes com a necessidade de cada empresa. Assim, de forma conjunta, é possível promover mais qualidade de vida aos colaboradores e menos índices de reajuste do benefício saúde, sem entrar na opção do downgrade, por exemplo.

“Lá na Gesto nós temos o propósito de transformar a saúde no Brasil. Nossa missão é levar aos empregadores um plano de saúde sustentável e sem dor de cabeça. Buscamos levar acesso, ou seja, um plano que a empresa possa pagar, mas que também ofereça o melhor ao colaborador. O tradicional hoje é caro e a experiência para quem usa não é boa”, pontua Fabiana.

Segundo pesquisa do Ibope Inteligência para o Instituto de Estudos de Saúde Complementar (IESS), 95% dos entrevistados considera importante ou muito importante a oferta do benefício para decidir entre uma empresa ou outra, pelo seu impacto financeiro nos negócios.

Por meio da predição de saúde, a Gesto traça o perfil populacional da companhia – a fim de identificar histórico de saúde, doenças crônicas, usuários frequentes e afins -, e cruza os dados obtidos em um movimento de benchmark com o mercado. Uma vez feita a identificação, é possível simular o uso no longo prazo e cotar a melhor opção. Essa previsibilidade de sinistro em operadoras diferentes é que responde se o valor está adequado, se vai cobrir a necessidade e qual o reajuste após 12 meses, que é quando a conta pesada chega. E tudo isso só é possível se houver a aplicação da ciência de dados e de transparência em todo o tratamento do tema.

“O nosso trabalho é de ser a corretora do RH e também do colaborador e sua família. Para o RH, o objetivo é levar uma boa experiência de dados para que ele possa tomar decisões mais estratégicas e que gerenciem melhor os custos, assim escolhendo o plano de saúde mais viável. Fazemos a gestão desse benefício e desse custo a partir da ciência de dados. Já para o beneficiário temos atendimento 24x7, equipe médica à disposição, time integral de apoio administrativo. Qualquer problema que ele tenha, de consultas a cirurgias, damos todo suporte”, explica a executiva.

Com base nisso na predição, a operadora potencializa suas negociações e devolve as opções disponíveis como se fossem blocos de montar. Quando a empresa não conhece a fundo suas necessidades, a tendência é eleger o produto aparentemente adequado pelo menor preço pensando ser um ótimo negócio: investimento baixo de início e vigência de dois anos, sem considerar o reajuste livre e a multa alta de saída.

É uma prática bastante comum as organizações escolherem pelo prêmio, que é calculado com essa escassez de subsídio, sem perceber que, na verdade, elas pagam pelo sinistro, que não têm ideia do quanto será dentro desse cenário em que falta justamente visibilidade. Sem parâmetro, é irreal a crença de que no segundo ano o valor do primeiro se manterá. Logo a sinistralidade estará estourada e o ajustamento de tarifa será quase um convite para voltar ao mercado, o que não será vantajoso ao perceber que terá de adiantar três meses de parcelas e ainda acumular o novo benefício contratado. E a história recomeça todas as vezes.

“É importante e fundamental que o RH entenda melhor em que ele deve investir e como fazer isso. Um trabalho com inteligência artificial e estatísticas fortalece esse poder de escolha”, finaliza Fabiana.

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