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Alcançar A Felicidade Ou Aumentar Seu Patrimônio, Qual Sua Prioridade?

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Não é difícil imaginar que a resposta da maioria de vocês para a pergunta do título tenha sido ‘ambos’. Entretanto, quais os caminhos que você trilha para que o desejo se torne prática e, principalmente, meta concretizada?

Muitas pessoas confundem felicidade com dinheiro. Inclusive, até os enxergam como sinônimos. Todavia, antes de definir os rumos profissionais, sempre é válido questionar se realmente compensa trocar aquilo que dá prazer pelo que dá mais dinheiro na hora de fazer a escolha da carreira.

Para a psicóloga e especialista em Recursos Humanos, Bárbara Lima, é até possível que a questão da felicidade e do dinheiro se complemente, mas ainda é necessário que haja uma prioridade. “Podemos admitir que a felicidade contribui para alguém ganhar dinheiro, afinal, um colaborador que está bem consigo mesmo tende a ser mais engajado, produtivo, motivado. Logo, tende a ter sucesso profissional e financeiro mesmo nas áreas de atuação consideradas difíceis para lucrar. Contudo, pensando no oposto, nem sempre ganhar dinheiro traz felicidade, embora ele possa, por um tempo, ser a principal fonte de satisfação de muitas pessoas”, explica.

Bárbara conta que questões como frustração e insatisfação em relação à carreira são alguns dos fatores que mais levam profissionais a procurar ajuda psicológica. “É um grande erro acreditar que só quem está desempregado ou em baixa no mercado procura terapia. Muitas pessoas bem-sucedidas têm problemas que extrapolam o sucesso e não é a riqueza que vai resolver. E até mesmo o sucesso pode causar problemas, o que é a chamada Síndrome do Impostor, no qual o indivíduo não se sente merecedor daquilo que conquistou e tem dificuldades para lidar com isso”, aponta.

Para trabalhar bem, é preciso gostar do que faz, aprimorando-se a cada dia. Só assim haverá fôlego e vontade para avançar no cotidiano profissional. É arriscado priorizar a saúde financeira e deixar de lado a mental. Ruy Leal, superintendente do Instituto Via de Acesso, diz que mais importante do que traçar metas ou pensar demais no que será ou não priorizado, é ter em mente como agir.

"É necessário saber aonde se quer chegar e em quanto tempo. Se não sabemos para onde vamos, qualquer lugar serve. O que diferencia os vencedores dos outros é sua capacidade de transformar sonhos em planos e em ações, consequentemente. Como elaborar um plano de vida não importa tanto, o que importa é a ação, a competência de pensar sobre o que se pretende fazer, o que será necessário, o que falta e o tempo que será utilizado. Desse modo você não somente será mais feliz e realizado, como ganhará bem”, ressalta.

Ruy enfatiza que o momento mais desafiador de uma carreira é o do primeiro passo. É quando a insegurança aflora e o medo de deixar boas oportunidades passarem se manifesta. Entretanto, a tomada de decisão deve considerar uma série de fatores, que vão desde a identificação dos pontos fortes e fracos emocionais até a capacidade técnica envolvida. “Vale lembrar que todo pensamento positivo te impulsiona na direção certa. Sempre desconfie daquilo que é conquistado facilmente. Como diz um sábio ditado: O que vem fácil, também vai fácil”, finaliza Leal.

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