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A Curva Da Mudança

Coluna 1996

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Todos nós inevitavelmente passamos por ela. As vezes de forma consciente, entretanto na grande maioria inconscientes, nos vemos dia após dia precisando buscar nossa evolução a partir de mudanças necessárias para obtenção de nossos sonhos.

Quando nossos resultados não atingem um resultado esperado, quando não nos sentimos bem, quando percebemos que não estamos agradando as outras pessoas, sentimos necessidade de mudar.

Somente a percepção da necessidade da mudança não é suficiente para a real mudança. Precisamos entrar no que chamo de Curva da Mudança.

Este processo inicia primeiro na surpresa: “Meu Deus estava tudo indo bem, mas agora percebo que preciso mudar...”

Vamos ter então 4 momentos mais difíceis e negativos do processo da mudança.

Momento um a negação interna da percepção de mudança: “Imagine, eu precisar mudar....que mudem eles”, ou ainda “Eu sempre fui assim, porque vou precisar mudar agora?”

O segundo momento é sentir raiva por ter que mudar: “Que droga, bem agora que tudo estava indo bem, me aparece essa?” ou ainda, “Que saco essas pessoas querendo que eu seja diferente”

Chega então o terceiro momento o boicote: “Mas eu nunca fui bom nisso”, ou ainda “Eu até gostaria de mudar, mas acho que não nasci pra isso”

Hora de ir para o quarto estagio o ceticismo: “Mas e se der certo?” ou ainda “Mas e se der errado?”

Este é o momento crucial da curva. Todos chegamos até ele. Umas pessoas passam por ele mais rápido outras demoram mais. Depende da visão positiva que você carrega com processos de mudança.

Quando você fica no “E se der errado?” acaba voltando ao estagio 1.

Se consegue passar para “E se der certo?” passa para o estagio 5, que equivale aos sentimentos positivos da curva da mudança.

E se der certo equivale ao momento da Experimentação: “Vou testar, vai que...” Eu tenho mais segurança para ir para esse momento quando percebo que o que posso perder é infinitamente maior do que eu posso ganhar. Fica mais fácil passar pela curva deste modo.

O sexto momento é o de realismo, começamos a perceber que a mudança trouxe coisas positivas legais para nossa vida: “Não é que deu certo mesmo!”

Sétimo momento, aceitação. Eu passo a me sentir bem com a mudança, e já não tenho sinto mais insegurança no processo. “Eu estou adorando essa nova versão de mim”

O oitavo momento solidifica a mudança e nos dá uma visão positiva de querer também mudar outras coisas. Percebo que tudo pode ser diferente se eu realmente quiser!

Por Tatiane Souza, presidente e sócia da Gente Mais Consultoria e Treinamentos. É uma das colunistas do RH Pra Você. O conteúdo dessa coluna representa a opinião do colunista. Foto: Divulgação.

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