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5 caminhos para as empresas formarem transformadores digitais

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A transformação digital passou a ser imperativa para todos os negócios. Desde o pequeno até as grandes corporações, em todos os segmentos e necessidades, companhias buscam formas de melhorar processos, aumentar o alcance e garantir resultados melhores por meio da tecnologia. Os esforços, no entanto, vão muito além de ferramentas digitais. Quem são as pessoas que vão conduzir esta transformação? Que profissional é este do futuro? Como formar transformadores digitais? 

Fabio Camara, CEO do Grupo FCamara - empresa de TI especializada em transformar desafios de tecnologia em soluções digitais inovadoras e que atende gigantes do varejo, saúde, mercado financeiro e educação no Brasil - explica que a tecnologia é um meio, as pessoas é que são a finalidade. Pioneiro no Brasil em formar profissionais com um Programa de Formação que já ajudou mais de 3 mil profissionais em uma década a entrarem no mercado, o especialista aponta 5 caminhos para empresas formarem transformadores digitais. Confira:

Pessoas, e não técnicos

O princípio básico de formação da FCamara é investir em competência interdisciplinar, para formar pessoas e não técnicos. “O grande diferencial de uma empresa é o seu capital intelectual, as pessoas que fazem a transformação digital”. A empresa investe em cursos de filosofia, psicologia e sociologia, por exemplo, além de cursos de liderança. “Nossa dinâmica desperta o melhor das pessoas buscando proatividade, curiosidade, ambição e o aprendizado contínuo”, explica. 

Cultura e Curiosidade

A tecnologia não é o grande fator que impulsiona a transformação, a inovação e as mudanças estratégicas na empresa, diz o executivo.  Quem impulsiona a mudança é a cultura, que também vai nortear o relacionamento entre times e áreas nas empresas. “Trabalhar a rápida adaptação de processos, o valor da inovação e a liderança são aspectos importantes que norteiam a cultura e ajudam a traçar novos cenários”, afirma. “A cultura deve favorecer pessoas que têm vontade de aprender e curiosidade fora do seu campo de atuação. São estas pessoas que vão enxergar o que ninguém vê”, explica.

Liderança acessível

Uma inovação que vem de cima para baixo tem mais dificuldade de entrar na cultura da empresa, por isso todos devem fazer parte do processo. Empresas que pretendem fazer a transformação digital não podem colocar seus líderes e diretores em um pedestal inacessível para o restante dos funcionários. Na FCamara, todos têm acesso ao WhatsApp do fundador, marcam sessões de coaching com ele e podem encontrá-lo trabalhando ao seu lado, já que Camara não tem sala nem mesa fixa. “Se as pessoas não têm acesso a quem lidera a visão da empresa, como irão pensar e conduzir uma transformação?”

Soft skills 

Soft skill são competências de aptidão e personalidade, que não são exatamente adquiridas pelo currículo, e sim pelo perfil. Estas habilidades são fundamentais no futuro para criar processos, produtos e sistemas com uma boa experiência do usuário. “Buscar pessoas com soft skill e criar um ambiente para que essas aptidões cresçam é indispensável para formar transformadores digitais. O currículo a gente adapta, aprende, mas a personalidade não”, explica. 

Diversidade

Novas pesquisas demonstram que empresas com diversidade étnica e cultural apresentam aumento de faturamento em mais de 30%. Ou seja, além de criar um ambiente plural, investir em times diversos também contribui para uma melhor performance. Em um ambiente com colaboradores de diferentes origens e vivências, que conhecem realidades distintas e convivem entre si, a chance de formar pessoas mais abertas ao novo é muito maior.

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