Transformando pessoas em histórias: qual a importância de uma gestão livre de processos burocráticos?

Uma das incertezas trazidas pela chegada da tecnologia dentro das empresas foi a possibilidade das máquinas substituírem o homem, resultando em uma gestão desumanizada e sem empatia, além da diminuição da abertura de processos seletivos e da oferta de oportunidades de vagas.

Especialmente quando o assunto é a área de Recursos Humanos, afinal, como se pensar na gestão verdadeiramente focada nas pessoas, se seria a Inteligência Artificial quem faria o trabalho e, em muitos casos, indicaria a melhor solução ou estratégia ideal para determinada demanda?

Esse receio foi aos poucos sendo deixado de lado com a inserção da tecnologia, dando espaço para uma perspectiva cada vez mais presente nas organizações: é justamente devido à presença da tecnologia e da possibilidade da automação de processos que áreas como o RH têm alcançado uma importância que ultrapassa sua participação, a princípio, meramente operacional.

Historicamente, o RH sempre foi visto como burocrático e uma área de suporte à gestão empresarial, cumpridor de atividades importantes, mas sem impactos diretos nas estratégias dos negócios, como a contratação de funcionários ou o pagamento de salários.

Mas foi a partir do surgimento da tecnologia que se percebeu sua atuação não apenas como um setor de apoio, mas estratégico, participando das decisões lado a lado à gestão em muitas empresas.

A grande descoberta que fez com que gestores e colaboradores mudassem sua percepção foi o modo como a tecnologia permite às áreas focarem em aspectos fundamentais, como o cuidado com as pessoas, a busca pela qualidade de vida no trabalho e o investimento em ações de atração e retenção de talentos.

Afinal, a tecnologia permite que decisões sejam tomadas com base em dados, em informações cruzadas e no conhecimento sobre determinados perfis, comportamentos e habilidades.

Exemplo que traz impactos significativos na cultura organizacional e também no aspecto financeiro das empresas são os processos seletivos. O desafio de encontrar a pessoa certa para determinada vaga sempre fez com que o índice de turnover, ou rotatividade, fosse alto.


Ouça o PodCast do RHPraVocê, episódio 71, “Em ritmo de retomada presencial, as empresas “se esqueceram” da mobilidade urbana?” com Gustavo Gracitelli, CEO do Bynd (Índice de Mobilidade Corporativa) e Danilo Tamelini, co-fundador e presidente Latam da BusUp. Clique AQUI.

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Com a possibilidade de contar com sistemas avançados e que auxiliam no processo de seleção de currículos, além da aplicação de testes e dinâmicas que são fundamentais para a contratação, aumenta-se a chance de unir uma vaga aberta, que demanda determinadas características, a um perfil profissional que as atenda. Tudo isso sem que seja necessário contar com vários profissionais de RH e longas horas de trabalho operacional.

Do ponto de vista dos profissionais de RH, atuar em um contexto de tecnologias pode ser a possibilidade de contar com sistemas e ferramentas que realizam o chamado trabalho burocrático, abrindo espaço para novas descobertas e percepções dentro da área. Além de permitir mais qualidade de vida no dia a dia do trabalho, com tempo para criar laços com os colegas e mais oportunidades de socialização entre as pessoas.

A pesquisa “O futuro do RH 2020: qual caminho a sua empresa está trilhando?”, conduzida pela KPMG com 1.362 executivos de 55 países e 31 setores estratégicos da indústria, traz dados que reforçam como os profissionais de RH enxergam na tecnologia e na tomada de decisões com base em dados o futuro da área.

Dentre os apontamentos, o estudo mostrou que há uma crença no poder dos dados, como forma de gerar valor à organização: dos entrevistados, 45% classificam o cientista de dados como uma das três principais funções a serem investidas nos próximos dois ou três anos e 35% planejam experimentar novas tecnologias neste período.

O uso da tecnologia no home office e a automação de processos como o controle de ponto

Pode-se dizer que uma das principais mudanças trazidas pela pandemia da Covid-19 foi dentro das empresas, principalmente em se tratando do modelo de trabalho. Com a necessidade do distanciamento social para proteger a saúde e a vida dos colaboradores, foi preciso reinventar operações e rotinas de trabalho que eram executadas há anos, muitas vezes de forma automática.

O momento foi desafiador e emergencial, fazendo com que empresas que nunca tivessem pensado na opção do home office encontrassem nesse formato sua única solução. E um dos aprendizados adquiridos por muitos negócios, de diversas áreas, é que o trabalho a distância pode ser um aliado fortíssimo nas estratégias de posicionamento de marca, endomarketing e atração e retenção de talentos, trabalhado como um benefício.

Para se ter uma ideia, a pesquisa “Tendências de Gestão de Pessoas”, realizada pela Great Place to Work (GPTW) com 2.654 pessoas, entre líderes e gestores de RH, aponta que 66% dos respondentes enxergam que o home office será o principal modelo a ser adotado em 2022.

Isso significa que não há mais espaço para achismos e suposições. E, novamente, o RH volta-se para a importância do uso da tecnologia para tornar mais eficiente não só a rotina de entregas de demandas, com ferramentas de gestão de tarefas e comunicação, mas também quando se trata das relações humanas, que ainda são um desafio nesse contexto.

Já estamos no terceiro ano de pandemia e muitos processos que podem ter sido deixados de lado na rotina das empresas precisam ser reincorporados, mesmo em um contexto de trabalho híbrido, conciliando o formato presencial ao remoto. Um dos exemplos interessantes diz respeito ao controle de jornada de trabalho, rotina que entrega dados fundamentais para as empresas.

Hoje, existem plataformas que permitem aos funcionários realizarem o registro de ponto mesmo que estejam atuando de casa. Por meio de um smartphone ou computador, a marcação do ponto pode ser realizada, sem possibilidade de fraudes.

Assim, o RH recebe, em tempo real, informações que, mais do que o controle dos horários dos funcionários, mostram dados de produtividade. Tudo isso de forma automatizada e segura, principalmente em se tratando de uma etapa necessária, como é o fechamento da folha de ponto, que pode ser tumultuado e gerar diversos desgastes, se feito de forma manual.

Afinal, é justamente por poderem contar com a tecnologia no importante processo de gestão da jornada de trabalho que as empresas têm a possibilidade de tomarem decisões em tempo real, já que a tecnologia permite fazer essa gestão com base em dados; trabalharem com mais transparência na relação entre empregador-colaborador.

Permitem que ambos tenham acesso aos dados de jornada registrados, para conferência; além de atuarem com a centralização de informações, por meio de um único sistema para fazer gestão de jornada, controle de banco de horas ou horas extras, gestão de férias e reembolsos.

São vantagens que ajudam na otimização do trabalho do profissional e eliminam tarefas que, como já mencionado, tornaram o Recursos Humanos uma área historicamente burocrática, impedindo, por muitos anos, que todo o seu potencial estratégico pudesse ser aproveitado.

Por fim, não há dúvidas de que a tecnologia apresenta-se como uma aliada, inclusive no processo de ressignificar e resgatar as relações interpessoais, transformando colaboradores em verdadeiros protagonistas da história da empresa.

Mais do que a otimização de tempo, a redução do trabalho operacional e dos erros nos processos realizados manualmente, a tecnologia reforça a importância de uma gestão mais humana, voltada às pessoas e que toma decisões com base em dados confiáveis.

Cabe às organizações se apoderarem desse valioso benefício!

Sobre uma gestão livre de processos burocráticos

Por Leonardo Barros, CEO do Tangerino, empresa pioneira no mercado de controle de ponto digital, atua com reconhecimento facial. É 100% seguro e antifraude.

 

 

Ouça o PodCast do RHPraVocê, episódio 71, “Em ritmo de retomada presencial, as empresas “se esqueceram” da mobilidade urbana?” com Gustavo Gracitelli, CEO do Bynd (Índice de Mobilidade Corporativa) e Danilo Tamelini, co-fundador e presidente Latam da BusUp. Clique diretamente no app abaixo:

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