Impacto é um novo pilar. Não são questões que fazemos porque achamos legal ou bonito. Há toda uma estratégia, uma orquestração por trás

Participar e agir foram alguns dos importantes verbos que conjugamos em nossa empresa nesses últimos dois anos. Determinamos a missão de “Mudar o mundo de indivíduos em situação de vulnerabilidade social, apoiando ações e projetos baseados na promoção de justiça e igualdade”.

Ao trabalhar para o próximo como voluntários, investindo nossos recursos em uma série de projetos de terceiros que não fazem parte diretamente de nosso negócio, fortalecendo pessoas fragilizadas e facilitando a capacitação, acreditamos que podemos impactar a sociedade positivamente.

Talvez você pense: “Que bacana saber. Mas o que isso tem a ver comigo e com a minha empresa?”. Garanto que tem muito.


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Impacto para nós é um novo pilar. Não são questões que fazemos porque achamos legal ou bonito. Há toda uma estratégia, uma intencionalidade, uma orquestração por trás. Embora tudo seja feito com o propósito envolvido, fazemos para potencializar e alcançar nossos objetivos e isso vira um drive da companhia.

Naturalmente, passamos a atrair e engajar as pessoas nesse propósito. E assim conseguimos manusear os temas priorizados de conceito, diversidade e inclusão, saúde e bem estar no trabalho, satisfação dos clientes, combate à desigualdade, inclusão digital e educação como ferramenta de impacto social e inovação.

Agora fazem parte da realidade corporativa educação e investimento em programas de inclusão digital e capacitação de pessoas para o mercado de trabalho cada vez mais ligado à tecnologia.

As empresas devem ter a percepção de que o foco não é apenas ela própria, mas toda a sociedade, uma vez que projetos assim fazem com que as pessoas tenham sua empregabilidade potencializada em geral no mercado de trabalho.

O valor do participar e agir é imenso — para o nosso negócio, para o ecossistema, para o mercado e para a sociedade.

Queremos inspirar as pessoas para atingirmos objetivos grandes juntos, mas isso começa dentro, a partir do micro. O líder precisa buscar as suas aspirações, aonde quer chegar e inspirar pessoas a estarem ao seu lado.

Já fizemos isso não intencionalmente. Hoje, fazemos intencionalmente.

Estamos criando condições dentro da rotina, na estrutura da empresa, na cadeia de valor, nos grandes processos de comunicação e até na contratação de pessoas.

Oferecemos condições para os colaboradores conseguirem se desenvolver e eles acabam se apropriando dessas ferramentas e desse conhecimento para desenvolver o seu trabalho, não só na entrega como profissional da companhia, mas na entrega para o seu cliente, representando a companhia no mercado.

Tudo isso tem a ver com o cuidado com que está ao nosso redor, com acolher, ensinar continuamente, fornecer as ferramentas, em uma visão micro que caminha para macro.

No final, cria-se um círculo virtuoso de propósito que engloba ajudar pessoas a conquistarem grandes sonhos, criar bons produtos, boas entregas que geram clientes satisfeitos e um mercado próspero e feliz.

Esse caminho, que é mais do que uma fórmula de sucesso, pode ser trilhado pela sua empresa. Uma das condições para observar é o que está por trás do seu produto, do seu serviço, da sua rede de crenças, da sua cosmovisão, do que você acredita ser importante para você, sua família, sociedade e para a sua companhia.

Há muitas empresas que podem inspirar e com as quais se pode aprender nos cenários nacional e internacional. Você pode buscar um framework, como nós buscamos no ESG, por exemplo.

Dito isso, não adianta ter uma empresa com propósito, se você não tem uma metodologia, não cria os próprios indicadores, não planeja objetivo e resultado. Isso é intencionalidade.

Por fim e absolutamente fundamental: se você quer usar o seu objetivo para criar mais impacto na sociedade, precisa se comunicar.

Só assim, mais pessoas serão atraídas para a sua empresa, e uma vez dentro, também vão se somar a essa visão. Instituições estão fazendo parcerias, pois sabem que gerar essa atração gera, simultaneamente, engajamento e retenção.

Então, pense no que a sua tecnologia pode fazer para gerar impacto social.

Se você, como líder, não olhar isso na sua organização, uma hora o seu time vai começar a te questionar, assim como o mercado e a sociedade.

As pessoas não olham mais apenas a remuneração, mas todo o ambiente ao seu redor. Que bom, se você como líder entender logo isso.

Assim, todos verão que você é uma liderança comprometida e seu propósito, genuíno.

O valor do participar e agir é imenso: impacto é um novo pilar

Por Daniel Costa, co-fundador e Líder de Pessoas em Take Blip. Formado em Administração de Negócios (UFMG), com especialização em Estratégias de Marketing (UFMG) e E-Business (FGV). Participou do curso de Educação Executiva, Inovação e Empreendedorismo na Universidade de Stanford, do Programa de Intercâmbio, Liderança Estratégica de Negócios Internacional pela Universidade de Ohio, e também do Programa de Desenvolvimento de Conselheiros de Administração na Fundação Dom Cabral.

Ouça o RHPraVocê Cast, episódio 127, “Como não perder a base de uma cultura sólida diante de um forte crescimento?” com Michele Mafissoni Heemann, vice-presidente de Pessoas, Cultura e Gestão e Michelle Carneiro, diretora de Pessoas e Cultura, ambas da Contabilizei. Clique no app abaixo:

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