Geralmente, as pessoas tendem a combinar os termos “Web3” e “metaverso” juntos. Inclusive, algumas pessoas pensam que significam a mesma coisa. No entanto, para entendê-los plenamente – cada um com sua história e conotação – eles precisam ser definidos individualmente.

Para os recém-chegados interessados em descentralização e blockchain, o Web3 é um novo buzzword que precisa ser explicado. A Web3 é tudo sobre descentralização na era da internet.

Engloba todas as tecnologias que permitem tal descentralização, incluindo (ou especialmente) blockchain.


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Considerando que a ideia do metaverso precedeu o tempo das criptomoedas e blockchains pode-se argumentar que ela nasceu no advento da própria internet. Contudo, um metaverso, ou como é comumente chamado agora de “o metaverso”, é basicamente um mundo virtual.

O conceito de metaverso ganhou um impulso depois que a gigante de mídia social Facebook renomeou sua empresa mãe como Meta em outubro de 2021 e lançou um conjunto abrangente de ferramentas de desenvolvimento metaverso para desenvolvedores e usuários.

O envolvimento de grandes empresas no metaverso definitivamente significa algumas oportunidades favoráveis para estabelecer metas profissionais aos desenvolvedores, visto que muitos especialistas estão buscando entender melhor seu conceito para se tornarem grandes engenheiros de softwares dentro desse universo e capitalizar em perspectivas de empresas que queiram emergir nesse aspecto.

A maioria dos iniciantes no metaverso e até mesmo desenvolvedores profissionais têm dúvidas sobre a busca de trabalhos dentro do novo espectro digital, contando principalmente com a relação de UX (Experiência de usuário) e ferramentas imersivas para os usuários.

Futuro do pagamento

Primeiramente, os profissionais da área devem estar se perguntando como poderão ser remunerados no futuro. Há uma tendência com o advento do blockchain de se pagar funcionário através de criptomoedas.

Diversos países vêm consolidando essa ideia. Na Argentina, por exemplo, recentemente houve um aumento de 340% das empresas adotando esse meio como forma de pagar seus funcionários. No Brasil, já existem medidas iniciais de regulação que devem pender para o mesmo norte. Os tipos de transação envolvendo cripto são:

  • Transações peer-to-peer (P2P) – O metaverso pode facilitar a negociação de ativos, tokens ou cripto entre usuários individuais sem um intermediário central.
  • Transações business-to-business (B2B) – Empresas, criadores ou fabricantes podem comercializar seus produtos em mundos virtuais. Eles podem realizar reuniões que levam a vendas e parcerias no metaverso
  • Business-to-Consumer (B2C) – Empresas ou criadores podem vender diretamente seus produtos em um espaço virtual para os usuários. Além disso, as entregas podem ser facilitadas através de plataformas metaversas da Web3.

A escala de trabalho é obviamente uma das razões pelas quais cria-se bastante interesse nessa nova realidade. Além disso, a maioria deve estar pensando em possíveis estimativas salariais de desenvolvedores metaversos.

Entretanto, os trabalhos de desenvolvedor no universo meta são relativamente novos e não há consenso específico sobre o salário médio para os profissionais. Acredita-se que muitos dos colaboradores futuramente devem receber ao proporcionarem o que produzem e de como, suas criações impactarão as empresas.

Responsabilidades dos desenvolvedores no metaversos

A primeira coisa que se precisa saber para seguir uma carreira em metaverso como desenvolvedor é a descrição do trabalho.

As empresas procuram alguém que seja capaz de entrar em uma empresa de rápido crescimento para trabalhar duro e criar algo realmente especial. Porque criar um mundo virtual não é uma brincadeira de criança.

O profissional deve priorizar a interatividade, programando jogos, plataformas ou experiências onde os usuários possam se relacionar uns com os outros de maneiras inovadoras. Alguns dos destaques proeminentes no trabalho dos desenvolvedores do metaverso devem refletir sobre as possibilidades ilimitadas.

Com isso, quero dizer que os empreendimentos buscarão melhorias internas e externas através da expansão meta e cabe ao desenvolvendo aplicar soluções que abarquem essas mudanças situacionais.

Habilidades de programação

Por fim, é importante citar o fator primordial de tudo isso, ou seja, as linguagens de programação. As habilidades mais essenciais para qualquer desenvolvedor é conhecer as principais linguagens, tais como: Swift, Python e JavaScript.

A fluência dentro do metaverso deverá exigir mais e apesar de ser um universo extremamente enorme de possibilidades, necessita de uma união e integração entre si.

Exatamente nesse ponto é que os engenheiros de softwares poderão escolher áreas concretas de aplicação como jogos, web ou desenvolvimento móvel.

O que vêm pela frente para os desenvolvedores com o metaverso?

Por André Santos, engenheiro de software com mais de 1 ano e meio de experiência em criação e desenvolvimento de sistemas Back-end e Front-end como principal conhecimento. Formado em Analise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) pela faculdade São Paulo Tech School, atualmente é estagiário de de desenvolvimento de sistemas no Banco Safra.

 

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