É muito interessante olhar para o mercado corporativo e ver que as empresas já estão se preparando para a volta ao trabalho presencial. As postagens nas redes sociais dizem tudo, alguns profissionais estão empolgados, outros nem tanto. Pois bem, voltar ao escritório ainda divide opiniões, mas a minha preocupação é com a experiência do colaborador, que precisa mais do que nunca ser levada em consideração neste retorno pós-pandêmico.

De fato, a pandemia mudou as relações trabalhistas, e principalmente, entre colaborador e empregador. Foi preciso desenvolver metodologias, ferramentas e estratégias voltadas a experiência desse colaborador, que de uma hora para outra se viu trabalhando de sua própria casa.

Hoje o mercado corporativo absorveu o uso da teleconferência para quase tudo, foram diversas reuniões, treinamentos, integrações, celebrações, tudo à distância.

O desenvolvimento de softwares e sistemas, os novos procedimentos, benefícios trabalhistas e até o repasse do comando de controle do RH ao colaborador, que pegou para si parte da responsabilidade sobre ser o seu próprio chefe, tudo isso colaborou positivamente para manter a ordem das equipes.

Talvez o medo de que houvesse perda de rendimento e a falta de controle total sobre o colaborador em casa, fez com que as empresas priorizassem esses cuidados.

Mas e agora? Será que na retomada isso continuará sendo uma prioridade? Já ficou claro que nada será como antes, inclusive, vários especialistas do mercado corporativo já falaram isso na mídia.

A autonomia já está enraizada nas veias do colaborador, aliás, foram quase dois anos trabalhando de casa. Ele já entende a importância de suas entregas, por esse motivo, podar isso pode comprometer seu rendimento. Se no início da pandemia as empresas tiveram que desenvolver estratégias de experiência do colaborador, agora na retomada também será essencial.

Ainda falando sobre autonomia, essa foi uma das soft skills mais desenvolvida na pandemia e será exigida pela maioria das empresas na retomada. Colaboradores que entendam a importância do auto trabalho e que sejam capazes de tomar Experiência do colaborador no trabalho pós-pandemia

É muito interessante olhar para o mercado corporativo e ver que as empresas já estão se preparando para a volta ao trabalho presencial. As postagens nas redes sociais dizem tudo, alguns profissionais estão empolgados, outros nem tanto. Pois bem, voltar ao escritório ainda divide opiniões, mas a minha preocupação é com a experiência do colaborador, que precisa mais do que nunca ser levada em consideração neste retorno pós-pandêmico.

De fato, a pandemia mudou as relações trabalhistas, e principalmente, entre colaborador e empregador. Foi preciso desenvolver metodologias, ferramentas e estratégias voltadas a experiência desse colaborador, que de uma hora para outra se viu trabalhando de sua própria casa.

Hoje o mercado corporativo absorveu o uso da teleconferência para quase tudo, foram diversas reuniões, treinamentos, integrações, celebrações, tudo à distância.

O desenvolvimento de softwares e sistemas, os novos procedimentos, benefícios trabalhistas e até o repasse do comando de controle do RH ao colaborador, que pegou para si parte da responsabilidade sobre ser o seu próprio chefe, tudo isso colaborou positivamente para manter a ordem das equipes.

Talvez o medo de que houvesse perda de rendimento e a falta de controle total sobre o colaborador em casa, fez com que as empresas priorizassem esses cuidados.

Mas e agora? Será que na retomada isso continuará sendo uma prioridade? Já ficou claro que nada será como antes, inclusive, vários especialistas do mercado corporativo já falaram isso na mídia. A autonomia já está enraizada nas veias do colaborador, aliás, foram quase dois anos trabalhando de casa.

Ele já entende a importância de suas entregas, por esse motivo, podar isso pode comprometer seu rendimento. Se no início da pandemia as empresas tiveram que desenvolver estratégias de experiência do colaborador, agora na retomada também será essencial.

Ainda falando sobre autonomia, essa foi uma das soft skills mais desenvolvida na pandemia e será exigida pela maioria das empresas na retomada. Colaboradores que entendam a importância do auto trabalho e que sejam capazes de tomar decisões sobre suas tarefas, jornadas e sobre os benefícios trabalhistas, já podem retornar ao trabalho presencial.

Por falar em benefícios, muita coisa também mudou por causa dessa experiência do colaborador. Deixar que ele escolha o melhor pacote de benefícios de acordo com o perfil e momento de vida dele, além de trazer um investimento assertivo para a empresa, faz mais sentido do que os benefícios padronizados.

As empresas deverão reforçar, por meio de treinamentos, a sua cultura, a diversidade e o trabalho em equipe principalmente. Antes de pensar em um possível regresso, deve-se analisar a realidade da empresa e qual o melhor modelo a seguir (presencial, digital ou híbrido), algumas já estão preparadas para o retorno presencial, outras devem começar pelo modelo híbrido e outras devem manter o online.

Independente do modo, a preparação deve ser levada em consideração. Em termos de estrutura também, todos estão acostumados com a informalidade, já que desenvolveu habilidades para trabalhar de qualquer jeito e lugar durante quase dois anos.

Isso sim é zelar pela experiência do colaborador. Dessa forma, o retorno presencial, caso seja a melhor alternativa para a realidade onde empresa e colaborador estão inseridos, precisa ser leve e sem cobranças, algo inesquecível na mente de todos.

Experiência do colaborador no trabalho pós-pandemia

 

Por Thiago Américo, gerente de operações na Bematize.