Em vigor desde setembro do ano passado, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) teve em agosto de 2021 o início da aplicação das multas às empresas que não cumprirem as diretrizes estabelecidas. Apesar de fazer parte da realidade das organizações brasileiras há pouco mais de um ano, a aprovação da Lei aconteceu em 2018. Ainda assim, anos depois muitas organizações não só têm dificuldades para colocar todas as exigências em prática, como em alguns casos sequer estão a par de tudo o que é determinado, assim colocando colaboradores, clientes, candidatos e até a si mesmo em risco.

Embora o Brasil seja o país com mais casos de roubos de dados na América Latina (e um dos cinco com mais ocorrências do gênero no mundo), mais de 40% das empresas não têm planos de contenção para vazamento de dados. Essa foi uma das descobertas da pesquisa inédita “Diagnóstico LGPD: Maturidade do RH na proteção de dados” feita pela Convenia com apoio da InfoJobs. Ao todo, 591 profissionais de RH de todo Brasil responderam à pesquisa. A área é um setor que lida, diariamente, com centenas de dados e exerce um papel vital quando o assunto é LGPD.

É inevitável que seja feito o questionamento a respeito do porquê tantas empresas não conseguirem lidar de forma segura com as informações presentes em sua base de dados. Além disso, outra pergunta no ar é: o que ainda falta para as organizações conseguirem estar dentro do que a Lei de Dados exige? 

Para falar sobre os pontos em questão e muito mais sobre a legislação dos dados no Brasil, Anderson Poli, Cofundador e CTO da Convenia, e Thiago de Carvalho, sócio responsável pela área Trabalhista da Corelaw, foram esclarecedores em um papo muito importante que marcou a 82ª edição do podcast Vem Pra Luz. Para ficar por dentro de tudo o que rolou, confira o programa no player abaixo ou, se preferir, clicando aqui.